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O chá verde

Ele é um velho conhecido das dietas, está sempre entre os tops, preferidos mas o que faz ele realmente funcionar?

Vamos entender melhor, como e quando ingerir esse aliado e aproveitar ao máximo seus benefícios...

O Chá verde é um tipo de chá feito a partir da infusão da erva Camellia Sinensis. É chamado de verde porque as folhas da erva sofrem pouca oxidação durante o processamento, o que não acontece com as folhas do chá preto. Algumas outras ervas são vendidas a título de chá verde, porém o verdadeiro chá verde é o feito a partir da folha do arbusto Camellia Sinensis.

As virtudes medicinais do chá são de conhecimento milenar, especialmente seu efeito estimulante. Mas hoje, a ciência está comprovando suas propriedades terapêuticas e cosméticas. E isso está acontecendo com o chá verde (também conhecido como banchá), considerado atualmente um aliado da saúde por ser rico em flavonóides - substâncias antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce. Também está comprovado que o chá verde ajuda a diminuir as taxas de colesterol e ativa o sistema imunológicoAs virtudes do chá verde na prevenção do câncer, já muito divulgadas atualmente, vêm do fato de que ele é rico em bioflavonóides e catequinas, substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.

Além de conter manganês, potássio, ácido fólico e as vitaminas C, K, B1 e B2, ajuda a prevenir doenças cardíacas e circulatórias por conter boa dose de tanino: o consumo diário desse chá diminui as taxas do LDL (colesterol que faz mal à saúde) e fortalece as artérias e veias.

Mas as boas notícias não acabam aí: está comprovado que o chá verde acelera o metabolismo e ajuda a queimar gordura corporal. Um dos estudos foi realizado na Suíça com três grupos de pessoas que seguiram a mesma dieta. O resultado: o grupo que recebeu chá verde teve aumento de 4% na velocidade de combustão das calorias no organismo e de 5% na queima de calorias em relação aos outros dois grupos pesquisados. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, demonstrou que extrato de chá verde - que possui altas concentrações de antioxidantes como catequina, polifenóis e muitos outros compostos incluindo cafeína - pode aumentar a utilização de energia muito acima dos efeitos da cafeína pura.
Pesquisadores acreditam, ainda,que o hábito de beber chá em vez de café é um dos fatores responsáveis pelo menor índice de infarto em países do Oriente. E como se não bastasse, comprovou-se também que as substâncias presentes no chá verde ajudam a prevenir cáries, têm ação antiinflamatória e antigripal, ativam o sistema imunológico e regeneram a pele.
Os princípios curativos e regeneradores da Camellia sinensis enriquecem os cosméticos que prometem recuperar o viço da pele e dos cabelos. Tanto que as indústrias de cosméticos incluem os extratos das folhas em fórmulas de produtos como cremes e loções. Substâncias presentes na Camellia sinensis também dissolvem gorduras e são eficazes no tratamento de celulite e gordura localizada.

E para e pele mais um benefício: por ser rica em tanino, substância com propriedades anti-séptica e adstringente, a planta é indicada também para limpar e equilibrar peles oleosas. Na edição de 3 de março de 2004, a Revista Veja publicou uma matéria anunciando a mais recente novidade que aumenta a lista de benefícios do chá verde.
Ainda na área da dermatologia, a novidade é que o chá verde pode proteger contra os efeitos nocivos do sol. Segundo a revista, "o assunto foi um dos mais comentados do último congresso da Academia Americana de Dermatologia, por causa de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Nova Jersey". Eles descobriram que o chá, transformado em creme, melhora o sistema de defesa das células da pele contra os raios ultravioleta do tipo B, aqueles responsáveis pelo vermelho-pimentão. Ao reduzir a inflamação causada por essa radiação, o chá verde aumentaria a proteção contra o câncer de pele. A descoberta pode ser o ponto de partida para a produção de uma nova família de loções.

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A dieta do prato ideal

Diante das novas recomendações do governo americano, te ensinamos como colocar porções hipernutritivas, variadas e pouco calóricas na sua mesa



Em mais um esforço para desinflar as estatísticas da obesidade, os Estados Unidos acabam de substituir seu ícone de alimentação saudável. No lugar da velha pirâmide, que desde os anos 1990 é referência para profissionais de saúde e para a população em diversos cantos do globo, o país agora adotou a imagem de um prato. Batizada de MyPlate, a nova representação gráfica pega carona nas últimas diretrizes dietéticas americanas, divulgadas em janeiro deste ano. Ela é dividida em quatro partes, nas proporções que você vê na foto ao lado. Frutas e vegetais ocupam metade do espaço, enquanto grãos e proteínas ficam com a outra parcela. À direita, um copo lembra a importância dos laticínios na dieta.

A ideia, segundo a primeira-dama Michelle Obama, que anunciou o lançamento do novo padrão, é usar um desenho facilmente compreensível até mesmo para uma criança. “Sem dúvida, o prato é mais eficiente para atingir a população como um todo”, afirma Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. A principal crítica às pirâmides — no plural, porque existem diferentes versões — é justamente a dificuldade que pessoas comuns enfrentam para decifrá-las e colocar seus preceitos em prática. “Visualmente, a proporção dos grupos alimentares e o tamanho das porções parecem estar mais claros agora”, opina Rosana Perim, gerente de nutrição do Hospital do Coração, em São Paulo.

Mas o MyPlate também tem seus problemas. Um texto publicado pela Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, dá exemplos: à primeira vista, não há como saber que os grãos integrais são melhores que os refinados, ou que feijão, peixe e frango são fontes menos gordurosas de proteína. Sem falar que o prato alude a uma única refeição, quando na verdade a distribuição dos alimentos deve se estender ao longo do dia.

Controvérsias à parte, a missão de todo guia alimentar é incentivar escolhas mais saudáveis e ajudar na prevenção de enfermidades crônicas — se um indivíduo já tem uma doença, deve ter as recomendações ajustadas à sua condição. Nos últimos anos, a prioridade tem sido frear a epidemia mundial de obesidade e reduzir a prevalência de males relacionados ao excesso de peso, como problemas cardiovasculares, diabete e câncer. Por enquanto, a tarefa está longe de ser cumprida. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, em 2015, serão 700 milhões de obesos em todo o mundo. Em terras brasileiras, quase metade da população está acima do peso e 15% dos adultos são obesos, segundo dados recentes do Ministério da Saúde.

Como deveria ser o prato verde-amarelo

Apesar dos pontos em comum com os vizinhos ao norte do continente, não custa lembrar que o MyPlate foi desenvolvido com base na realidade daquele país, e que, portanto, não pode simplesmente ser emprestado por quem está abaixo da linha do Equador. “É preciso olhar para as nossas questões”, pondera a nutricionista Renata Padovani, do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Alimentação da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo. Mas, afinal, o que falta e o que está sobrando no nosso prato?

“O consumo de frutas e vegetais aqui é baixíssimo”, alerta Cyntia Carla da Silva, coordenadora do Setor de Promoção à Saúde do Hospital do Coração, na capital paulista. De acordo com a última Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, esses alimentos representam apenas 2,8% do total de calorias médio que o brasileiro consome diariamente. Isso equivale a um quarto da recomendação, que é de 400 gramas diários. Consequentemente, estamos longe de ingerir a quantidade ideal de fibras, que, aliás, dão uma bela força para quem precisa murchar os pneus.

A nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, menciona outros dois desajustes da nossa dieta que preparam o terreno para os quilos a mais: os excessos de açúcar e gordura. No caso dos doces, o exagero sempre é negativo. “Essa mania potencializa o risco de diabete, gordura no fígado e colesterol elevado”, avisa. Portanto, moderação no consumo.

Sobre a gordura, o problema também está no tipo. E adivinhe com qual nos esbaldamos. Na saturada, que é supercalórica e favorece o entupimento das artérias. Maneirar na ingestão pode ser mais fácil do que parece. Acompanhe a conta que Mariana propõe. Se uma família de quatro pessoas reduzir o uso mensal de óleo de três latas para uma e meia, cada um deixaria de ingerir 112 calorias por dia. Em dois meses, essa pequena mudança resultaria em quase 2 quilos a menos na balança para cada indivíduo.

Usar o prato como modelo de dieta balanceada não é exatamente uma novidade. Reino Unido, Austrália, Suécia e outros países já trabalham com esse recurso gráfico. No Brasil, apesar da popularidade da pirâmide alimentar, o governo não emprega nenhum ícone oficial. No dia a dia, entretanto, são muitos os profissionais de saúde que lançam mão de desenhos e esquemas para orientar seus pacientes. Um exemplo é o que se ensina no Hospital do Coração, em São Paulo. Lá, a sugestão de menu é um prato em que metade deve ser reservada aos vegetais, um quarto a uma porção pequena de carne magra e o quarto restante à dupla arroz com feijão.

Resgatar essa parceria, que por tanto tempo protagonizou a nossa dieta, é, também, uma maneira de controlar o ataque aos snacks, processados e afins, fontes inesgotáveis de carboidratos refinados. Esses nutrientes elevam rapidamente os níveis de açúcar no sangue e estimulam a produção de insulina, o hormônio que coloca a glicose dentro das células. Com a insulina à solta, o organismo é convidado a estocar gordura.

Em busca da redução do sódio

“Não dá para voltar atrás em relação aos industrializados, mas é possível buscar soluções para tornar seu consumo menos prejudicial”, acredita a nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, em São Paulo. Uma ideia, ela diz, é dar preferência a produtos que levam o selo Minha Escolha. Eles cumprem critérios estabelecidos pela Fundação Internacional Choices para nutrientes como gordura saturada, gordura trans, açúcar e sódio.

E, para dar um basta ao sódio nosso de cada dia, o Ministério da Saúde e a indústria de alimentos assinaram em abril um termo de compromisso que prevê a redução desse ingrediente em 16 alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas. A quantidade diária de sódio disponível nos domicílios do país hoje é de 4,5 gramas, mais que o dobro do limite estipulado pela OMS, de 2 gramas.

Dá para simplificar sem perder qualidade? Essa é a pergunta que, no fundo, todo mundo se faz frente a tantas recomendações, cuidados e medidas. Será que existe um jeito simples de se alimentar da forma adequada? De acordo com o trabalho coordenado pela psicóloga alemã Jutta Mata, do Max Planck Institute for Human Development, em Berlim, descomplicar é o melhor caminho para garantir o sucesso de uma dieta. “Descobrimos que o nível de complexidade cognitiva está totalmente ligado à adesão a um regime”, conta a pesquisadora. Em outras palavras, quanto menos elementos, cálculos e demais informações tiverem que ser processados, maior é a chance de sucesso inclusive na manutenção de peso. Nesse caso, ponto para o novo prato americano, que confia na simplicidade para orientar a população.

O estudo conduzido por Jutta e seus colegas também pesa em favor do que a maioria dos especialistas está cansada de pregar: dietas mirabolantes não são capazes de garantir uma vida mais saudável. E aí chegamos à já conhecida conclusão de que o segredo está mesmo no equilíbrio. “O que falta é parar e pensar no que vamos comer”, resume o nutrólogo Durval Ribas Filho.

Como o principal desafio é derrubar o ponteiro da balança, não dá para ignorar que o excesso de peso é um problema multifatorial. “Um levantamento do governo inglês faz um paralelo entre a obesidade e o aquecimento global, porque ambos são problemas complexos que exigem não só mudanças de comportamento mas econômicas e sociais”, afirma o endocrinologista Walmir Coutinho, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Patrícia Jaime, coordenadora de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, concorda. “As taxas de obesidade no país só poderão ser reduzidas com ações em diversos âmbitos”, diz. Que tal começar pelo seu prato?

A gente come assim

Este ano, o Ministério da Saúde divulgou os resultados do Vigitel 2010, uma pesquisa que avalia fatores de risco e proteção para doenças crônicas, com base em entrevistas feitas por telefone. Veja o que dizem os brasileiros sobre seus hábitos alimentares

56% dos brasileiros afirmam tomar leite integral

34% consomem carne com excesso de gordura

66% consomem feijão cinco ou mais vezes por semana

18% consomem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças por dia


O que mudou
Nosso padrão alimentar está se transformando. Observe o que houve com a participação de alguns alimentos na média diária de calorias entre 2002 e 2009

Embutidos
Aumento de 23,5%

Pães
Aumento de 12%

Biscoitos
Aumento de 10%

Arroz
Queda de 7%

Feijão
Queda de 18%

Farinha de mandioca
Queda de 20%


A pirâmide no tempo

Diversas versões foram criadas antes da recente implosão. Conheça as principais

1992 • O Departamento de Agricultura americano desenvolve
a primeira referência triangular do garfo saudável.

1999 • A nutricionista Sônia Tucunduva Philippi, da Universidade de
São Paulo, adapta a pirâmide americana aos nossos hábitos.

2000 • A Clínica Mayo, nos Estados Unidos, cria uma
variante que resgata a importância da atividade física.

2001 • Especialistas de Harvard fazem a sua e enfatizam
o consumo de cereais integrais e óleos vegetais.

2005 • A MyPyramid distribui os alimentos verticalmente
e traz orientações conforme o perfil de cada pessoa.


À brasileira
Desde 2006, as diretrizes do governo brasileiro estão reunidas no Guia Alimentar para a População Brasileira, que indica porções diárias para oito grupos de alimentos. A nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição, em São Paulo, criou um cardápio baseado nessas recomendações


 Grupos Alimentares Porções Recomendadas
 Cereais, tubérbulos, ráizes e derivados 6
 Feijões 3
 Frutas e sucos de frutas naturais 3
 Legumes e verduras 3
 Leite e derivados 3
 Carnes e ovos 1
 Óleos, gorduras e sementes oleaginosas 1
 Açúcares e doces 1


Café da manhã
• 1 copo (200 ml) de leite desnatado
• 2 fatias de pão integral
• 1 colher de chá de margarina
• 1/2 unidade de mamão papaia

Lanche da manhã

• 1 goiaba vermelha pequena

Almoço
• 1 pires de salada de folhas verdes
• 2 colheres de sopa de cenoura
• 1 colher de sobremesa de azeite
• 4 colheres de sopa de arroz integral
• 1 concha de feijão
• 2 unidades de almôndega de
carne recheada com espinafre
• 1 copo (200 ml) de suco de maracujá

Lanche da tarde
• 4 torradas integrais salgadas
• 1 iogurte desnatado de frutas

Jantar
• 1 prato de sobremesa de alface
roxa com minicenoura e cubos
de abacaxi
• 3 colheres de sopa de batata corada
• 1 unidade pequena de filé de frango
grelhado com molho barbecue

Lanche da noite
• 1 copo de leite desnatado


Fonte: Revista Saúde

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O Poder dos Super vegetais


Para funcionar o nosso corpo precisa de equilíbrio químico utilizando vitaminas e minerais como combustível. A ausência de alguns nutrientes pode resultar em sérios problemas à saúde, inclusive mentais.
Os super vegetais além de saudáveis contribuem muito para a saúde e ajudam evitar doenças.

Cerca de 80% dos estudos e pesquisas provam que ingerir os alimentos crus e frescos é mais eficaz, visto que a maioria dos vegetais perde micro nutrientes desde o momento em que são colhidos e não param de perdê-los mais, até apodrecerem. Três meses depois de ser retirada da árvore,
uma maçã, por exemplo, perde cerca 90% de sua vitamina C.
Estão na lista dos supers os vegetais chamados crucíferos (principalmente aqueles de um verde profundo) como, por exemplo, o brócolis, espinafre, couve, couve-flor e repolho . Eles  são ricos em betacarotenosácidos fólicos e anti oxidantes e outrasvitaminas e substâncias que auxiliam a reparar células de DNA danificadas, podendo interferir na perda de visão e doenças como canceres de cólon e pulmão.
Uma dica é misturar vários tipos de vegetais, comer pelo menos cinco vegetais ou frutas por dia é uma boa forma de começar a ter hábitos alimentares mais saudáveis.
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Os Mitos e verdades sobre Dieta

Nem sempre sabemos o que é certo e errado na hora de seguir uma dieta. Alguns dizem que não pode isso, outros dizem que aquilo pode… enfim, como saber se é mito ou verdade? Exclareça algumas dúvidas agora mesmo:

Alimentos diet ajudam a emagrecer.
Mito. “ Eles não têm açucar, mas possuem as mesmas quantidades de gordura – ou até mais”.

Alguns alimentos têm gordura zero.
Mito. “Todos os alimentos têm gordura, mesmo um peito de frango grelhado. Elimine gorduras e use azeites de oliva ou óleo de canola e girassol, em pequenas quantidades”

Quem quer emagrecer deve consumir menos sal.
Verdade. “Ele não contém calorias, mas o excesso de sódio pode reter a água no corpo”.

Para perder peso é preciso cortar os doces.
Verdade.  “É necessário. Um único doce pode ter as mesmas calorias de uma refeição inteirinha!”

Abacaxi queima gordura.
Mito. “Nenhum alimento têm poder de queimar gordura. No máximo, pode acelerar o metebolismo”.

Pesoas com tendência para engordar nunca serão magras.
Mito. “Com alimentação balanceada e atividade física, qualquer pessoa pode emagrecer”.
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Dicas para Acelerar o Metabolismo

O metabolismo é o responsável por todas as reações bioquímicas que ocorrem dentro do organismo, gerando energia para todas as atividades orgânicas, ou seja, para a manutenção da vida. Cada pessoa tem um ritmo particular para desenvolver esse processo.
Dicas para Acelerar o Metabolismo1 300x198 Dicas para Acelerar o MetabolismoPara melhorar o metabolismo: E, para melhorar o processo, é necessário evitar as dietas rápidas, elas poderão alterar o metabolismo e causar o efeito sanfona. O ideal é a diminuição de alimentos calóricos e a prática da atividade física. É preciso algumas ações como essas delineadas abaixo:
Fazer exercícios físicos sempre auxilia no metabolismo: caminhada, corrida, dança, musculação, desde que com freqüência e com a orientação de um profissional, essas atividades auxiliam no gasto de energia facilitando a eliminação de calorias.
Se notar que o seu metabolismo está lento demais, procure o médico, pois pode haver algum problema como hipotireoidismo, que se for constatado, deverá ser tratado.

Alimentos e o Metabolismo: Alguns alimentos contribuem para a aceleração do metabolismo como as fibras. Elas são encontradas nas frutas, verduras, legumes, cereais integrais e farelos. É importante ingerir fibras, pois são alimentos que exigem mais tempo e trabalho para se processarem, estimulando o metabolismo.
Investir nos carboidratos, proteínas e gorduras do bem, porque colaboram em estabilizar o nível de glicose no sangue, evitando que você coma mais do que precisa, e também aumenta a energia e a ação metabólica.
Procure alimentar-se mais, (de 5 a 6 vezes) com pequenas porções equilibradas a cada 3 horas, pois se a pessoa passa muito tempo sem comer, o corpo entende que deve queimar lentamente as calorias e ainda poderá consumir seu próprio tecido muscular e, perdendo massa muscular, o metabolismo se altera.
Dicas para Acelerar o Metabolismo2 300x199 Dicas para Acelerar o MetabolismoO sono também é fundamental para a ação do metabolismo. Deve-se respeitar o horário de repouso, procurando dormir as oito horas mínimas que o organismo precisa. A qualidade do sono influencia muito, um sono regulado e tranquilo favorece o funcionamento do metabolismo de maneira completa.
Alimente-se nos mesmos horários, para que o corpo habitue-se, sabendo quando chegará comida para não fazer reservas.
Por último, beba muito líquido, sucos, chás e bastante água, pois ajuda a aproveitar tudo o que foi consumido, como se fosse um combustível do processo metabólico.
Certamente você notará a diferença!


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Café da manhã rico em proteínas e carboidratos auxilia na perda de peso

Para perda de peso ingira proteínas no café da manhã.
São muitas as dúvidas quanto o que se deve comer na primeira refeição do dia.
Uma pesquisa feita no EUA afirmou que um café da manhã rico em carboidratos e calorias, seguido de refeições com um baixo teor de calorias é o segredo para perder peso com saúde.
Diariamente, ao ingerir proteínas, o corpo ganha mais energia, o metabolismo acelera, o sistema imunológico fica mais forte e você ainda previne o envelhecimento precoce.
Agora você já sabe: Se quer emagrecer com saúde invista no seu café da manhã e bom apetite!
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Alimentação Saudável: Como Deve Ser?

As frutas, verduras e legumes devem compor nossa alimentação, pois compõe a variedade de nutrientes necessários à saúde do organismo.

Para montar um prato saudável, rico em substâncias essenciais ao corpo, note o que não deve faltar:

Dessa forma, quem deseja ter um cardápio balanceado não deve apenas comer arroz, feijão e carne, ou seja, deverá ingerir também os itens citados acima, pois farão muita diferença na dieta.
Alimentos energéticos, que dão combustível ao organismo:
Pão, massa, farinha, cereais, peixes e frutos do mar.
Alimentos construtores, cheios de proteínas:
Carnes, legumes, leite e derivados.
Alimentos reguladores, ricos em fibras, minerais e vitaminas:
Frutas, legumes e hortaliças.
Assim você se protege contra doenças relacionadas à falta de nutrientes!
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Uma dieta que funciona! Sem passar fome!

Qual é o sonho de toda mulher que quer ficar linda e magra?
Eis a resposta : Uma dieta que não se passe fome, nem desejo de comer e que se possa  comer de tudo.
Quando pensamos em emagrecer, logo nos lembramos de dieta, sacrifício e restrição alimentar. Mas a boa notícia é que dá para emagrecer sem dieta e sem sofrimento e de forma duradoura.
Sim, é verdade! Sim, isso não é um sonho. Isso é possível. Mas não se trata exatamente de uma dieta, e sim de processo muito eficaz chamado Reeducação Alimentar (RA).
Tenho certeza de que já ouviram falar deste termo Reeducação Alimentar ultimamente, pois está muito em alta na mídia. Mas afinal de que se trata?
A reeducação alimentar é um processo que engloba mudanças de hábitos não são só alimentares, bem como aspectos emocionais e eu particularmente sugiro aliar também a ele a atividade física.
Neste processo estão envolvidas conscientização, aprendizado, muita disciplina e persistência.
Aprendemos a ver a nossa relação com os alimentos muito além do simples ato de comer, através de algumas ferramentas e da informação.
O objetivo do tratamento na reeducação alimentar é unir aspectos emocionais, nutricionais e a atividade física. Vejamos um pouco sobre cada um deles:
Aspectos emocionais
Ao longo da nossa vida, desde o nascimento, e principalmente na infância, formamos nosso hábito alimentar no convívio com nossos pais, parentes, colegas e enfim com a sociedade em geral. Toda a nossa alimentação tem um envolvimento emocional desde a amamentação, as primeiras papinhas, aniversários, etc. Alguém já viu alguma comemoração sem comida e bebida?
É fato que mudar hábitos alimentares é algo muito difícil visto todo envolvimento emocional que temos com a comida. É por isso que a reeducação alimentar precisa ser feita à nível cerebral também. Precisamos fazer novos caminhos neuronais dentro do nosso cérebro, e isto é gradativo.
Gosto de dar um exemplo prático, como quando mudamos algum móvel de lugar na nossa casa. Mudar a geladeira é um exemplo bem interessante. Quantas vezes vamos fazer o caminho antigo de onde estava a geladeira antes? Muitas vezes. Por que isso está gravado em nosso cérebro, este caminho neuronal é automático, está sólido. Porém, vamos ir muitas vezes até o lugar antigo até nos damos conta que o lugar novo da geladeira é outro. É aí que vamos formando uma nova conexão no nosso cérebro, que vai começar se fortalecer a medida que vamos repetindo este ato e a antiga conexão vai se enfraquecendo, até desaparecer. É assim que se formam novos hábitos, o que era novo passa ser algo comum e automático, faz parte da sua vida agora e já não é mais algo difícil, simplesmente faz parte.
Para isso tudo acontecer ao longo do aprendizado, precisamos de motivação, estímulo e encarar a vida com uma postura positiva. Ter bons pensamentos em relação a você, aos outros e a conduta que terá com sua alimentação daqui para diante. Estabeleça prioridades e siga sua vida de acordo com elas. Acredite em você.
Aspectos Nutricionais
Na reeducação alimentar aprendemos que não é preciso deixar de comer tudo o que se gosta e que passar fome não é o caminho. Também não é comer somente frutas, hortaliças, legumes e verduras. É preciso re-aprender e entender que se pode realmente comer de tudo sem exageros e não tudo. É justamente esta variedade e equilíbrio que nos leva a perder peso de forma gradual, saudável, sustentável e sem o indesejado efeito sanfona. De nada adianta tanto esforço para emagrecer, se não conseguirmos manter o peso depois, não é verdade?
O plano alimentar tem que ser o mais próximo da realidade de cada um, respeitando a individualidade, pois isso virá a facilitar o processo de adesão e mudança que precisamos fazer para obter sucesso com a perda de peso.
É preciso aprender o que, como e o porquê fazer mudanças na alimentação e não simplesmente fazer, pois só assim o nosso cérebro pode nos ajudar.
Atividade Física
Inclui a atividade física no meu programa de reeducação alimentar porque além de elevar o gasto calórico, a atividade física também libera hormônios que proporcionam bem estar dando um plus no seu emagrecimento. A atividade física auxilia na redução do estresse e da ansiedade que consequentemente reduz a ingestão exagerada de alimentos desnecessários.
Em fim, a Reeducação Alimentar não traz resultados imediatos, não faz milagre. É um processo gradativo, saudável  e seguro para quem quer emagrecer e manter o seu peso. “Ninguém dorme magro e acorda gordo.” Mas uma coisa é certa: garante a manutenção do peso.
A reeducação alimentar deve ser feita sempre com acompanhamento de um profissional nutricionista.  Através da transferência de ferramentas importantes como informações sobre alimentação e saúde, motivação e estímulo emocionais e da prática de atividade física.
Se nos alimentamos adequadamente, estamos de bem com a vida e conosco mesmo, e praticamos algum tipo de atividade física, nosso futuro certamente será brilhante e saudável. Reflita sobre isso. Procure um nutricionista e invista já na sua Reeducação Alimentar e colha resultados duradouros.
Fonte:  ANutricionista.Com - Angelita Grebin Ewald - CRN2 8064
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Onde foi que eu errei?

Depois de conseguir perder um com peso, muitas pessoas voltam a engordar de novo, aliás, a maioria delas, de repente a balança que estava tão amiga já não é das melhores... e o tão temido efeito sanfona volta a atormentar!
Onde eu errei? ser´que foi nas festinhas? no café da manhã? em que ponto eu me perdi n dieta? e o mais importante... como retomá-la?

  1. Primeiro de tudo, você não é a única a se perder, ou relaxar.. e isso não é motivo para desistir!
  2. Reveja seu dia-a-dia, entenda que por mais que tenha relaxado, da pra voltar atrás
  3. Não desanime, afinal não da pra por pra fora o que você já consumiu mas dá pra perder o que você recuperou!
  4. se está difícil diminuir as porções de cabeça, leve uma colinha da dieta recomendada pelo seu médico.. é sempre bom !
  5. Lembre-se de beber bastante líquidos, eles auxiliam no emagrecimento
  6. volte  a fazer exercícios regularmente, mesmo com esse frio e veja o resultado.
  7. Lembre-se de fracionar as refeições, fazendo pelo menis 6 por dia
  8. Aumente o consumo de frutas e verduras, 
  9. Se tropeçar... começe de novo, a vida  é feita de segundas chances!
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8 formas de controlar as porções alimentares

Perder peso passa por comer menos, o que significa um maior controle das porções ingeridas. Mais do que resistir à tentação de comer mais, existem alguns truques que são úteis para quem quer reduzir e controlar as porções alimentares.
  1. Pratos pequenos. Um dos melhores truques para reduzir as porções alimentares é trocar os pratos que habitualmente usa, por pratos mais pequenos, seja o de jantar ou o de sobremesa. Surpreender-se-á ao verificar que, mesmo com menos alimentos, ficará satisfeito e sem fome.
  2. Restos repartidos. Por norma, sobra sempre comida quando cozinhamos e, em vez de comer só para que nada sobre, reparta as sobras em tupperwares individuais para o almoço do dia seguinte ou congele e tenha sempre uma refeição individual em reserva.
  3. Diretamente do pacote não. Evite comer o que quer que seja diretamente do pacote – bolachas, batatas fritas, gelado, entre outras coisas – o mais certo é parar quando já não houver mais nada para comer. Em vez disso, coloque uma pequena porção num prato ou tigela.
  4. Fast food, less food. Nem sempre conseguimos resistir à tentação de comer fast food, mas podemos sim resistir aos menus XL que atualmente caracterizam as cadeias de fast food. Em vez de um menu, peça um hambúrguer e uma batata frita pequena; experimente algo diferente como uma salada ou um wrap; ou escolha um menu infantil que, não raras vezes, consegue saciar o apetite de um adulto.
  5. Troca de ingredientes. Em vez de conceber o bife ou o peixe como o ingrediente principal e a salada, os vegetais ou o arroz como o acompanhamento, inverta esse pensamento.
  6. Evite a segunda rodada. Antes de se servir pela segunda vez, faça uma pausa na refeição – o nosso corpo necessita de cerca de 20 minutos para registar se já está cheio ou se continua com fome. Em alternativa, evite trazer as panelas e travessas para a mesa, deixando-os sobre o fogão ou no forno – quem quiser mais terá de se levantar para ir buscar, ou seja, fica reduzida a probabilidade de repetir a dose.
  7. Comer fora. É perfeitamente possível manter a dieta mesmo quando se come fora: comece por comer uma salada ou sopa antes do prato principal e em vez de pedir uma dose, peça meia dose. Se optar apenas pelo prato principal, sirva-se mas reserve o suficiente para poder levar para casa para o almoço do dia seguinte, por exemplo. Partilhe sempre a sobremesa com outra pessoa – não se priva de uma guloseima merecida e vai saber tão bem como se fosse uma sobremesa inteira. 
  8. Doses individuais. Sempre que puder, opte por adquirir alimentos em doses individuais, ou seja, em vez de embalagens grandes de iogurte, compre iogurtes individuais; em vez de baldes de gelado, adquira pequenos gelados individuais; em vez de pacotes de bolachas gigantes, compre embalagens que contenham pacotes de bolachas individuais.
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Tabela de Calorias


Oi pessoal, atendendo a pedidos vou postar aqui uma tabela de calorias foi a junção de uma que eu tinha mais outra s que copiei na Internet, assim fica mais fácil controlar nosso consumo calórico diário... tem o espaço para inserção de quantidade de porções diárias... espero que seja útil!

Para baixar clique aqui

beijos mil!
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Minha evolução

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